Artemísia, FGV EAESP e associação A Banca criam a Aceleradora de Negócios de Impacto da Periferia

Redação - O Estado de S.Paulo

09/01/2018 | 19h23   

A proposta é fortalecer empresas nascidas nas periferias e torná-las protagonistas na geração de impacto social

Aceleradora de Negócios de Impacto da Periferia

Aceleradora de Negócios de Impacto da Periferia Foto: Divulgação Artemísia

Para tornar a periferia protagonista e não apenas beneficiária de negócios de impacto social, a Artemísia, o Centro de Empreendedorismo e Novos Negócios da FGV, o  FGVcenn e a organização A Banca, associação nascida no Jardim Ângela e que atua nas periferias de São Paulo por meio de atividades culturais, criaram a Aceleradora de Negócios de Impacto da Periferia. 

A iniciativa tem como objetivo potencializar os negócios da periferia e torná-los agentes na linha de frente na geração de impacto social. Cinco negócios serão selecionados para participarem do programa de aceleração. Os critérios estabelecidos pela entidade são: negócios de impacto social com produtos e serviços já desenvolvidos e com potencial de ganhar escala; empreendedores em estágio inicial de vendas; negócios com modelo consolidado e com ganhos na estrutura operacional e desafios de impacto social.

Os negócios devem atuar nos bairros M´Boi Mirim, Capela do Socorro, Capão Redondo e Campo Limpo. 

O processo tem duração de quatro meses e, ao final, os empreendedores que tiverem participado ativamente e desenvolvido um bom plano de negócio receberão até R$ 20 mil de capital-semente para investir na empresa. As inscrições podem ser feitas por meio do site www.aceleradoranip.com até o dia 15 de janeiro 

Após o término do programa, os empreendedores ainda poderão contar com o suporte das entidades para manter a saúde do negócio, como mentorias durante seis meses e encontros com os empreendedores da Rede Artemisia e alunos e professores do FGVcenn.